Para achar doador de medula, jovem com câncer cria página no Facebook - Giro Feijó

Post Top Ad

Responsive Ads Here
Para achar doador de medula, jovem com câncer cria página no Facebook

Para achar doador de medula, jovem com câncer cria página no Facebook

Share This
A estudante Evelyn Mendonça, de 21 anos, foi diagnosticada com Síndrome Mielodisplásica, ou câncer na medula, em abril deste ano. Determinada a lutar contra a doença, a jovem criou, no Facebook, a página "Procuro um amigo oculto para toda a vida", que já possui mais de 300 curtidas e lançou uma campanha na internet pedindo doações de medula óssea para encontrar um doador compatível.
Atualmente, a jovem está internada em São Paulo, onde aguarda o transplante. Ela conta que em uma campanha anterior pediu doações de sangue, pois estava transfundindo duas bolsas de sangue a cada 15 dias. No total, já foram 14 transfusões, 12 somente em Rio Branco.
Caso decida ajudar, o doador é cadastrado no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Se confirmada a compatibilidade, ele passa por uma avaliação médica, após isso, segue para a coleta que pode ser feita pelo osso da bacia ou pela veia.

"Decidi começar a campanha, caso meu irmão não seja compatível comigo, porque ele ainda vai fazer o teste de compatibilidade. Na primeira campanha, que foi de sangue, as pessoas me ajudaram muito e tenho certeza que ajudaram outras pessoas. Nessa de medula, mesmo que não sirva para mim, sei que vai ajudar muita gente", afirma.
Diagnóstico
Evelym conta que desde novembro de 2015 sentia dores articulares, dor de cabeça, fraqueza, tontura, passou a ter algumas lesões na pele e febres inexplicáveis. Um hemograma mostrou que as plaquetas dela estavam baixas.
Em janeiro deste ano, iniciou uma verdadeira saga na busca por um diagnóstico correto e passou por uma biomédica e um hematologista. Em fevereiro foi internada com suspeita de lúpus e fibrose na medula grau II.
Encaminhada para São Paulo em abril, obteve a confirmação do Lúpus Eritematoso Sistêmico e do câncer de medula.
"Eu praticava jiu-jístu, mas percebi que não rendia mais nos treinos. Não conseguia mais correr ou fazer os aquecimentos e parei. Estou confiante de que meu irmão seja compatível. Estou com pensamento positivo, pois muitas pessoas já me falaram que iam se cadastrar essa semana. O ato de doar é gratificante e nós receptores não temos como agradecer", finaliza.
fonte  g1.globo.com 

Videos

Post Bottom Ad

Responsive Ads Here

Pages