TARAUACÁ; MENINO PICADO POR JARARACA É SOCORRIDO PELOS BOMBEIROS - Giro Feijó

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TARAUACÁ; MENINO PICADO POR JARARACA É SOCORRIDO PELOS BOMBEIROS

TARAUACÁ; MENINO PICADO POR JARARACA É SOCORRIDO PELOS BOMBEIROS

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Bombeiros do município de Tarauacá, foram chamados para prestar socorro a uma criança moradora do Igarapé Joaci. Um garoto de 9 anos, havia sido picado duas vezes por uma cobra  jararaca, sendo uma picada em cada mão. 
O acidente aconteceu no último sábado, dia 18. porém a família só decidiu chamar os bombeiros depois de 4 dias. na terça feira dia 21 Os Bombeiros fizeram o transporte da vítima, que já estava com o corpo inchado e no local da picada, já necrosando, por causa do veneno em seu organismo. A picada das jararacas deixa manchas roxas no local e, além do sangramento, a vítima sente dor, também aparece inchaço no local da picada, pode até necrosar e levar a perda do membro.

A jararaca (Bothrops jararaca) é uma serpente peçonhenta, que pertence a Classe Reptilia, à Ordem Squamata e à Família Viperidae (subfamília Crotalinae). Existem várias espécies de jararaca (no Brasil são 20 as espécies conhecidas), sendo que a Bothrops jararaca, aqui descrita, é também chamada de jararaca verdadeira.
Essa espécie atinge geralmente 1,2m, sendo que seu veneno é altamente letal para animais e seres humanos. Os desenhos e a cor dessa cobra proporcionam a ela uma excelente camuflagem.
É encontrada com mais freqüência em terrenos agrícolas, embora sejam também encontradas na zona urbana, onde encontram alimento com bastante facilidade. Têm como habitat natural a América do Sul, sendo encontrada principalmente no Brasil, na Venezuela e ao norte da Argentina.
As jararacas se alimentam de pequenos roedores, principalmente de ratos. Eventualmente fazem outras vítimas como batráquios (rãs e sapos) ou mesmo outros répteis (lagartos de pequeno porte). As jararacas têm hábitos noturnos.
Quanto a sua reprodução, alguns autores discordam da sua classificação. Para alguns biólogos, a jararaca é vivípara, já que dá a luz aos filhotes que já nascem desenvolvidos por completo, enquanto outros autores a consideram ovovivípara, alegando que na primeira fase da gestação, os filhotes se desenvolvem em estruturas como a das serpentes ovíparas.
Geralmente, nascem aproximadamente de 18 filhotes, sempre no início da estação das chuvas. Após algumas horas do nascimento, as pequenas serpentes já estão aptas a caçar, fazendo uso de sua cauda de cor amarelada clara para chamar atenção de suas presas em potencial, que são normalmente pequenos sapos e rãs.
Após inúmeras pesquisas, descobriu-se que no veneno das jararacas existe uma substância eficaz para o tratamento da hipertensão. Essa substância é a base de uma medicação muito usada pelos hipertensos.
As espécies mais conhecidas de jararaca no Brasil são:
Jararaca-verdadeira (Bothrops jararaca) – vive em matas das regiões Sul e Sudeste, atingindo 1,00 metro de comprimento.
Jararaca-verde (Bothrops bilineatus) – é encontrada em mata primária, chegando a medir 70 cm.
Jararaca-do-norte (Bothrops atrox) – Vive em capoeiras, matas e lugares inundados. Muito encontrada na Amazônia, essa espécie chega a 1,50 metros de comprimento.
Jararaca-da-seca (Bothrops erythromelas) - vive em região de caatinga, e atinge apenas 60 cm de comprimento.
Jararaca-cruzeira (Bothrops neuwiedi) – também conhecida como jararaca do rabo branco, é encontrada nos cerrados, medindo até 0,80 metros de comprimento.
Urutu (Bothrops alternatus) – é encontrada em campos e cerrados, e chega a atingir 1,20 metros de comprimento.
Jararacuçu (Bothrops jararacussu) – encontrada em matas, essa espécie pode medir 1,50 metros de comprimento.
Cotiara (Bothrops cotiara) – vive nas Matas da Serra da Mantiqueira, chegando a atingir 70 cm.
Jararaca-ilhoa (Bothrops insularis) – é encontrada somente na Ilha da Queimada Grande. Atinge os 60 cm.

Devido a uma quantidade significativas de jararacas por todo o Brasil, essa serpente é a maior causadora de acidentes com animais peçonhentos no país. Como medida preventiva, ao entrar em uma mata, deve-se sempre calçar botas, tomando cuidado ao aproximar as mãos e o próprio rosto do chão, evitando, dessa forma, um possível bote e a inoculação do veneno. (infoescola)
fonte  acciolytk.blogspot.com

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