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Após desistência de doador, acreana de 10 anos consegue nova medula

A pequena Elana Vitória de Souza, de 10 anos, viajou para fora do Acre, em novembro de 2015,para ser submetida a um transplante de medula, mas o doador desistiu da cirurgia. A menina, natural de Cruzeiro do Sul, no interior do estado, luta há cinco anos contra a leucemia. Depois de toda espera, uma nova doação foi confirmada e a família se prepara para a viagem a Recife (PE).
Erlonilde de Souza, mãe de Vitória, lembra como foi triste o momento que recebeu a notícia de que a filha, que já esperava há mais de um ano, não receberia a medula. Há em torno de dois meses a família foi informada de que haveria um provável novo doador. A viagem, segundo a mãe, deve ocorrer entre o final de setembro e início de outubro.
"Foi um período tão difícil. Vitória voltou para a fila de espera e ficamos aguardando. No mês passado, houve a confirmação de que uma doadora, de 31 anos, é 100% compatível e estamos nos organizando para ir. A médica dela disse que até outubro ela estará transplantada em nome de Jesus", comemora Erlonilde.
Mãe e filha tiveram que se mudar para Rio Branco no ano passado por causa do tratamento. No entanto, devido aos gastos com aluguel, alimentação e transporte, precisaram voltar a Cruzeiro do Sul. Até o transplante, elas voltam à capital acreana a cada 21 dias para a quimioterapia.
Elas devem passar seis meses em Recife e, para isso, estão arrecadando dinheiro em uma campanha. Tímida, com poucas palavras, Vitória relata a expectativa da cirurgia. "Fiquei muito feliz e estou me sentindo muito bem", fala. Para colaborar, os interessados podem entrar em contato com a família no número (68) 99957-4930.
Vitória, de 10 anos, espera o transplante de medula ainda em outubro (Foto: Arquivo pessoal)

Entenda o caso
O G1 contou a história de Vitória, como é conhecida, no Dia das Crianças do ano passado. Na mesma data de 2014, ela não pediu bonecas ou roupas, mas uma medula de presente. Em agosto de 2015, recebeu a notícia de um doador totalmente compatível. O transplante também ocorreria na capital pernambucana.
A guerra contra a doença começou em maio de 2011. Desde então, foram mais de três anos longe de casa, parentes e amigos, em Cruzeiro do Sul, até que tudo ficou bem. Porém, em junho de 2014, houve a confirmação de que a doença havia voltado. Desde então, com a necessidade do transplante, Vitória entrou na fila de espera para a doação.
fonte  g1.globo.com
equipe giro feijó

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