Eletronorte solicita licença para obras de linhão até Cruzeiro do Sul - Giro Feijó

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Eletronorte solicita licença para obras de linhão até Cruzeiro do Sul

Eletronorte solicita licença para obras de linhão até Cruzeiro do Sul

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A empresa Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte) solicitou ao Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) licença prévia e renovação de licença para as construções do linhão, que liga Rio Branco até Cruzeiro do Sul.
O requerimento foi feito por meio de duas publicações na edição da sexta-feira (24) do Diário Oficial do Estado (DOE).
A Eletronorte ganhou, ainda em 2013, o leilão para que ficasse responsável pela construção das linhas de transmissão. Inicialmente, a empresa chegou a anunciar que as obras começariam em agosto de 2014 e que teriam um prazo de 24 a 30 meses para finalização. Em um segundo momento, houve o anúncio de que o linhão seria feito a partir de agosto de 2015.
As linhas de construção tem uma extensão de aproximadamente 685 km, de acordo com as publicações no DOE. Uma delas, de 385 km, tem início em Rio Branco com término até Feijó. A outra, com 300 km, vai de Feijó se estendendo até Cruzeiro do Sul, cidade distante 648 km da capital acreana.
A Eletronorte havia anunciado que a obra é orçada em R$ 370 milhões, gerando em torno de 1.200 postos de trabalho. O linhão, segundo a empresa, deve possibilitar uma redução nos gastos para a produção de energia, com o fornecimento passando a integrar o Sistema Interligado Nacional (SIN).
"O sistema vai atender municípios como Feijó, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Mâncio Lima, Rodrigues Alves e ainda Guajará, no Amazonas. Esses municípios são isolados e, com a construção dessa linha, vão interligar ao SIN. A linha está em processo de licitação", afirmou o engenheiro de manutenção Manoel Augusto Rodrigues, da Eletrobras.
Apesar do período de licitação, o engenheiro de manutenção não soube informar qual é a nova previsão para o início das obras no estado. O G1 tentou falar com Imac sobre os requerimentos, mas não obteve resposta até esta publicação.
Em julho do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) chegou a recomendar aos órgãos ambientais que o licenciamento do linhão fosse interrompido, porque a construção deve passar sobre a terra indígena Campinas/Katukina e a Reserva Extrativista do Riozinho da Liberdade.
fonte  g1.globo.com

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