Açaí de Feijó: Jenilson pede inquérito soroepidemiologico - Giro Feijó

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Açaí de Feijó: Jenilson pede inquérito soroepidemiologico

Açaí de Feijó: Jenilson pede inquérito soroepidemiologico

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O deputado e médico Jenilson Leite apresentou uma indicação à mesa diretora da ALEAC, nesta terça-feira (11), pela qual solicita da Secretaria de Saúde do Estado (SESACRE) a realização de um inquérito de Soro Epidemiológico no município de Feijó. O objetivo do inquérito é saber se há pessoas no município portadoras da forma indeterminada ( ainda sem sintomas ) da doença de chagas e desmistificar o embaraço que foi criado diante das notas veinculadas nas redes sociais de que o “Açaí de Feijó” está infectado pelo trypanossoma Cruzi e causando doenças de chagas em quem possa consumir o produto. O deputado pede ainda que novas amostras de açaí de diferentes produtores em regiões diversas do município sejam coletadas para novas análises.
“O município de Feijó é conhecimento em todo o Estado pela qualidade e a enorme produção do Açaí, além de gerar renda para mais de trezentas famílias feijoenses , o vinho extraído da fruta é alimento obrigatório na mesa dos munícipes, assim como é o arroz para os japoneses. Logo faz-se necessário que seja esclarecidas essas notícias incompletas espalhadas nas redes sociais”, justifica o deputado.
“Peço que se faça uma nova coleta de amostra em diferentes produtores. É preciso também fazer um inquérito soroepidemilogico, para saber se tem alguma pessoa com a doença de Chagas sem sintomas. Faço essa indicação a Secretaria Estadual de Saúde para que descartemos esse temor que foi criado sobre a produção de açaí de Feijó. Isso é um procedimento barato que pode ser feito com uma parcela significativa da população”, disse o parlamentar.
A Chagas (DC) é uma antropozoonose causada pelo protozoário flagelado Trypanosoma cruzi. Na ocorrência da doença, observam-se duas fases clínicas: uma aguda, que pode ou não ser identificada, podendo evoluir para uma fase crônica caso não seja tratada com medicação específica. No Brasil, devido à transmissão vetorial domiciliar ocorrida no passado e hoje interrompida, predominam os casos crônicos. Estima-se que existam entre dois e três milhões de indivíduos infectados. No entanto, nos últimos anos, a ocorrência de Doença de Chagas aguda tem sido observada em diferentes estados, em especial na região da Amazônia Legal, principalmente, em decorrência da transmissão oral.
fonte  www.ac24horas.com

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