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Jiboia de 2,20 metros é capturada em quintal de casa, em Sena Madureira

Uma jiboia de aproximadamente 2,20 metros foi capturada no quintal de um morador do bairro Cidade Nova, no município de Sena Madureira, interior do Acre. Conforme o o tenente Luiz Ribeiro, comandante do Corpo de Bombeiros em Sena Madureira, uma guarnição foi acionada no domingo (12) após moradores encontrem o animal próximo a uma árvore.
"As pessoas ficaram assustadas e disseram que havia um animal peçonhento no local. Quando a guarnição chegou ao local se deparou com a jiboia que foi capturada e solta em uma área de mata afastada. Nessa época é natural aparecer essas espécies que saem do local onde ficam para se alimentar. As pessoas conhecem como uma cobra peçonheta, mas a jiboia não é venenosa", afirma.
Ao G1, a bióloga Joseline Guimarães afirma que o animal pertence a espécie Boa constrictor, popularmente conhecida como jiboia, é muito comum na região e tem função ecológica importante para controle das populações de roedores, contribuindo para a saúde pública.
"As pessoas ficaram assustadas e disseram que havia um animal peçonhento no local. Quando a guarnição chegou ao local se deparou com a jiboia que foi capturada e solta em uma área de mata afastada. Nessa época é natural aparecer essas espécies que saem do local onde ficam para se alimentar. As pessoas conhecem como uma cobra peçonheta, mas a jiboia não é venenosa", afirma.
Ao G1, a bióloga Joseline Guimarães afirma que o animal pertence a espécie Boa constrictor, popularmente conhecida como jiboia, é muito comum na região e tem função ecológica importante para controle das populações de roedores, contribuindo para a saúde pública.
Bombeiros soltaram animal em área de mata (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros de Sena Madureira)
"Como estamos localizados na Amazônia Ocidental, é bem comum encontrar em bairros com baixa urbanização, locais que lembram seu habitat natural. O animal não é venenoso, ele mata por constricção, ou seja, agarra o animal e engole inteiro. A recomendação é nunca matar o animal e encaminhar para as instituições responsáveis para garantir a segurança da serpente e das pessoas", finaliza.
"Como estamos localizados na Amazônia Ocidental, é bem comum encontrar em bairros com baixa urbanização, locais que lembram seu habitat natural. O animal não é venenoso, ele mata por constricção, ou seja, agarra o animal e engole inteiro. A recomendação é nunca matar o animal e encaminhar para as instituições responsáveis para garantir a segurança da serpente e das pessoas", finaliza.
fonte  g1.globo.com
equipe giro feijó

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