Cortes do governo federal tiram R$ 225 milhões para segurança e estradas no Acre - Giro Feijó

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Cortes do governo federal tiram R$ 225 milhões para segurança e estradas no Acre

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Pacote e cortes
Para quem duvida que esse governo federal acabou, que é pouco mais que um morto vivo a lançar pacotes de maldades, o anúncio de elevação de impostos, reoneração de folhas de pagamento e cortes no orçamento, ontem, foi mais um prego no caixão. Serão cortados R$ 42,1 bilhões de gastos do governo, sendo que R$ 20,1 bilhões serão de verbas dos ministérios, R$ 10,5 bilhões do PAC e suas obras, R$ 5,4 bilhões de emendas obrigatórias e impositivas de parlamentares e bancadas no orçamento e R$ 6,1 bilhões de emendas individuais e não obrigatórias.
No Acre, o impacto desses cortes podem ser profundos e trágicos. Uma fonte muito bem informada, com excelentes contatos em Brasília disse ontem à noite à coluna que estariam incluídos nos cortes os R$ 70 milhões para os investimentos em segurança no Estado e os R$ 154,6 milhões para investimentos e custeio de melhoria de ramais nos 22 municípios. Se isso se concretizar, será um desastre para o estado, a perda de quase R$ 250 milhões só nas emendas de bancada, sem contar com as propostas individuais dos parlamentares. E com prejuízo direto para os municípios.
BR e Ponte
Na próxima semana, o governo Temer ainda definirá de quanto será o corte em verbas de ministérios, incluindo as liberações para a BR-364 e a ponte do Madeira, como adiantou a coluna, ontem. Vão sofrer redução pesada nos valores. Além disso, com que cara ficarão os deputados e senadores da bancada de apoio ao presidente Temer? Com que cara vão enfrentar seus eleitores, já penalizados com a terceirização, com a Reforma da Previdência, com o fim das leis trabalhistas, com o desemprego e com os escândalos federais? O que vão dizer?
Pressão
As emendas individuais ao orçamento estarão, a partir de agora, sujeitas à estrita fidelidade ao governo, em especial na votação da Reforma da Previdência. Só leva grana quem votar a favor do governo e contra os trabalhadores. O problema é que apoiar essa reforma é uma morte política. E aí?
fonte  www.jornalatribuna.com

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