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Feijó precisa avançar muito em qualidade de vida

O índice do IDH humano de Feijó é de 0,539 significa que estamos entre os municípios de menor qualidade de vida do país. Ocupamos o lugar 5.332 no Ranking Nacional.
No Acre estamos em 18º lugar no índice de desenvolvimento humano. Ficamos na frente apenas de Porto Valter, Santa Rosa do Purus, Marechal Taumaturgo e Jordão.
O IDH significa Índice de Desenvolvimento Humano, uma medida importante concebida pela ONU (Organização das Nações Unidas) para avaliar a qualidade de vida e o desenvolvimento econômico de uma população.
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Se a população Feijoense quiser um dia progredir, crescer e se desenvolver, com indústrias, fábricas e melhorias na rede viária e comercial terá que trabalhar muito para melhorar seus índices no IDH.
A cidade que ocupa o primeiro lugar em qualidade de vida no Brasil é São Caetano do Sul-SP com o IDH de 0,862. Em 20 anos o município conseguiu sair de 0,697 para o numero atual. Essa cidade foi fundada em 1948. O IDEB de lá é de 7,2 enquanto Feijó 4,9.
Muitos podem achar que é impossível comparar a realidade de São Paulo com o Acre. Sem dúvidas. Mas já foi comprovado no Brasil que uma boa política publica de um gestor municipal pode transformar a realidade de qualquer cidade.
Um exemplo disso é o que aconteceu com as cidades do centro-oeste brasileiro quando cidades em 20 anos saíram de pequenos assentamentos do INCRA para figurar entre as maiores exportadoras de produtos agrícolas, ou mesmo na indústria de transformação.
A justificativa para isso se chama trabalho e políticas públicas com qualidade e conhecimento.
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Feijó tem hoje 78 anos de fundação. Em 2014 a população era de 32. 398 habitantes. Mas até hoje o município não experimentou nada do desenvolvimento, econômico social e político.
Economicamente Feijó sobrevive basicamente dos repasses financeiros públicos, como FPE e repasses educacionais. Isso não garante vida própria pra nenhuma cidade do Brasil. O comercio vive em uma situação monótona em um circulo de capital sem perspectiva de crescimento.
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A geração de emprego está reduzida às ofertas do setor público. Qualquer ser humano que tem formação superior na cidade só tem uma opção: Emprego de professor.
O potencial de crescimento econômico existe. O que falta é a exploração desse potencial de forma correta. Um exemplo é a produção organizada do Açaí. O produto mais conhecido da cidade até em São Paulo, mas sem um formato de negócio eficiente.
Se houvesse investimento do poder público à produção agrícola em larga escala e criação de animais de pequeno porte existiria um mercado exportador o que ocasionava na obrigação da criação de políticas publicas federais para a logística de transportes e fornecimento de energia elétrica de alto potencial. Como investir em estradas se não tem o que transportar?
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Feijó tem um transito mais desorganizado do Brasil. Um local onde o pedestre divide as vias públicas de forma irresponsável com veículos, carroças de bois, motos, biclicletas e animais.
Estamos em uma das poucas cidades do Brasil onde veículos perdem espaço para os pedestres. Em Feijó se um motorista não quiser matar as pessoas precisam parar enquanto o fluxo desorganizado continua sem sequer uma campanha de educação de transito pela administração pública.
Resultado de imagem para feijó As ruas da cidade
As ruas da cidade, além de péssimas condições devido a buracos por toda parte, não se ver calçadas para pedestres e ciclovias de uso exclusivo a esse público. Mesmo que o ministério das cidades disponha de grandes investimentos para os municípios que formulem bons projetos urbanísticos.
A cidade é uma das que menos conta com mão de obra especializada em qualquer setor da economia local. Feijó é uma das poucas cidades onde atualmente não se conta com um serviço de alinhamento e balanceamento de um veículo automotor. Não se conta com um serviço de limpa fossa, não se conta com um serviço especializado de Muck. Enfim a oferta de serviço é deficiente talvez por falta de uma política de incentivo fiscal ou incentivo básico para instalação de empresas especializadas.
Feijó é uma cidade onde não se conta com uma rede de supermercado capaz de ofertar produtos em grandes quantidades e qualidade mais eficiente. Frutas legumes e verduras trem preços exorbitantes no município porque não existe concorrência. Enquanto no centro sul do país o tomate, por exemplo, custa R$ 3,80 em Feijó ele chega a R$: 8,00 o quilo.
A cidade do vale do Envira é uma das mais deficientes na oferta de escolaridade de nível superior. Nem mesmo um campus universitário se encontra aqui.
Talvez quando o município for governado por um grupo de pessoas com conhecimento mais avançado, da realidade econômica nacional, com conhecimento do funcionamento das políticas publicas, ou ainda com iniciativa para vislumbrar políticas em parceria com a iniciativa privada, seja possível ver a realidade feijoense mudada e caminhando para mudanças nos seus índices de desenvolvimento.
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Por outro lado observamos que conhecimento, até que os políticos têm com sobra das realidades, mas parece mesmo que para algumas cabeças pensantes da sociedade feijoense, quanto mais miséria em todos os níveis, melhor para a disputa do poder político.
fonte  www.correiodoacre.com.
equipe giro feijó

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