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Restauração da Br-364 tem início em maio e custará R$ 226 milhões

As obras de restauração da BR-364, entre Sena Madureira e o Rio Liberdade, em Cruzeiro do Sul, trecho que tem cerca de 400 quilômetros, já ocorre desde o mês de dezembro de 2016. A principio, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) tenta recuperar os trechos mais críticos, para manter a trafegabilidade do trajeto.
No mês de maio, o superintendente do departamento no Acre, Thiago Caetano acredita que a obra deve ganhar força, e finalmente ter início o processo de restauração total do trecho. Para que a expectativa do órgão seja cumprida, o período de chuvas terá que ter encerrado no Acre. “Acreditamos que sim, que ela (chuva) irá diminuir”, relata.
O superintendente do DNIT diz que esta obra é de restauração total do trecho. “Vão ser corrigidos todos os problemas, todas as patologias e serão incorporadas pedras no pavimento. Será realizado um trabalho grande”, explica. A conclusão da obra está prevista para o mês de outubro.
Por conta do período de chuvas no Acre, havia um grande risco de perder o trabalho executado. Por isso de dezembro de 2016 a março, as empreiteiras realizaram apenas serviços emergências em pontos mais críticos da rodovia. O que deve continuar a ser feito no mês de abril.
Thiago relata que na primeira etapa desta obra estão sendo executados os serviços de recupera- ção de erosões maiores, que colocam em risco o rompimento da rodovia. Mas também estão sendo espalhadas pedras nos pontos de atoleiro. “Vamos espalhar pedras para não evitar atoleiros e fazer uma selagem para proteger os veí- culos”, esclarece.
O orçamento da obra é de R$ 226 milhões, mas pode sofrer alteração, devido a ajustes e alterações.
As empresas que ganharam a licitação e estão responsáveis pela recuperação da BR-364 são de Minas Gerais, uma é a LCM Construção e a outra é a Construtora Centro Leste. As pedras para que seja realizada a obra estão sendo compradas de Rondônia. A mão de obra mais especializada, como engenheiros e técnicos de campo vem de fora, mas a mão de obra pesada, os equipamentos e insumos estão sendo contratados na região.
Com o fim do período de chuvas, serão gerados mais cerca de 500 empregos de forma direta e indireta, acredita o superintendente. “É difícil de precisar a quantidade de empregos que podem ser gerados com a obra”, relata Thiago.
O principal objetivo da restauração é não deixar a rodovia fechar e manter o fluxo de veículos no trecho em um tempo hábil, de acordo com o superintedente. Ele diz que a obra não evitará que novos problemas apareçam na pista, mas que se aparecer, o Dnit concertará.
Reconstrução
Ainda para este ano está prevista a reconstrução do trecho, que deve custar cerca de R$ 1 bilhão, segundo Caetano. O projeto de reconstrução está em análise pelos diretores do DNIT em Brasília, e deve ser licitado ainda este ano. Nesta obra haverá a ampliação da plataforma, criação de banquetas, correção da inclinação da pista, melhorias na drenagem da pista e a elevação de um novo revestimento.
O projeto será apresentado e discutido com profissionais do Acre, no mês de maio, na Universidade Federal do Acre (Ufac). Com o apoio de profissionais que conhecem a realidade do estado, Thiago acredita que o projeto tem mais chance de ser sucesso.
fonte  www.jornalatribuna.com
equipe giro feijó

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