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Família acusa coveiro de se recusar a cavar sepultura de criança

O caso ocorreu no último sábado no cemitério São João Batista. Após falecer na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Maternidade de Cruzeiro do Sul, por insuficiência respiratória, o corpo da pequena Jenifer Laís foi levado para sepultamento. Mas ao chegar no cemitério, a família da criança alega que o coveiro não cavou a sepultura, fazendo com que a própria família fizesse o serviço.Ainda abalada com toda a situação, a menor de 16 anos, mãe da menina, não quis gravar entrevista. Já a avó da criança estava indignada com o que ocorreu.
“O certo era ele ter cavado, mas ele entregou a pá e a enxada para minha mãe cavar. Ele falou para minha mãe que estava doente, mas isso não é justificativa. Quando chegamos lá no cemitério ele já tinha saído. Minha mãe que cavou o buraco para enterrar ”, falou a avó.
O coveiro Valdecir Pereira, procurado pela nossa reportagem, disse que em nenhum momento se recursou a fazer o trabalho. Inclusive, apesar de não estar bem de saúde, utilizou uma trincha e enxadas para cavar a sepultura.
“Eu falei para ela que estava sentindo uma dor no estômago e não estava conseguindo, mas ela disse que cavava, mas eu fui junto e cavei, isso é mentira dela. Eu fui para o almoço e ela pediu para deixar a pá com ela , pois a funerária podia chegar antes. Eu falei que não podia pois tinha que ter a autorização para enterrar, mas eles enterraram sem eu estar aqui”, falou.
A família da criança pretende entrar com uma ação na justiça contra o coveiro e a prefeitura, para reparar os danos morais e psicológicos sofridos.
“Ele trabalha pela prefeitura e se ele estava doente mesmo deviam ter colocado outra pessoa no lugar dele”, finalizou a avó.
Com informações JuruáOnline.
equipe giro feijó

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