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Dnit modifica projeto de restauração da BR-364 devido a imprevistos e obras atrasam

Devido a imprevistos, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) disse que precisou refazer algumas partes do projeto inicial de restauração da BR-364 o que acabou causando atrasos na obra. Conforme o superintendente do órgão no Acre, Thiago Caetano, o tempo gasto em serviços preliminares de correção de defeitos e patologias foi muito maior do que o esperado.
Em julho deste ano, o Dnit iniciou as obras de restauração em um trecho da BR-364 com 150 km que seguia de Rio Branco para Sena Madureira. A previsão era que a obra fosse concluída no prazo de dois meses com o investimento inicial de R$ 14 milhões.
Na época, o superintendente informou que o trecho da rodovia entre os municípios de Feijó e Cruzeiro do Sul, que são os mais críticos, já estavam passando por obras. Segundo ele, também havia sido feita uma licitação para que as obras preliminares deste trecho começassem em dezembro deste ano para que a BR-364 não fosse fechada no período de chuvas.
"Infelizmente, conforme a obra foi avançando, a gente se deparou com uma estrutura na rodovia muito pior do que havíamos imaginado. Foram muitos problemas pontuais, então, acabamos mudando muito a logística da obra e a metodologia de execução. Gastamos muito mais solo do que estava previsto inicialmente e foi necessário fazer um ajuste no contrato. Isso mudou muito a dinâmica do que estava previsto inicialmente", explica Caetano.

Superintendente do Dnit no Acre, Thiago Caetano, disse que obras na BR-364 vão continuar (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)
Ainda segundo Caetano, mesmo com todos os imprevistos, a obra de restauração da rodovia mantém um ritmo de 3 km por dia. Segundo ele, essa é uma velocidade que vai permitir a conclusão da meta prevista para este ano e garantir que a estrada permaneça aberta no período de chuvas.
"Se a gente conseguir manter essa média, acredito que vai ser possível, até o final de outubro, concluirmos a meta inicial que seria corrigir todos os pontos críticos entre Sena Madureira e o Rio Liberdade. Acontecendo isso, a gente passa o inverno tranquilo, sem atoleiro, sem fechar a rodovia", finaliza.

fonte  g1.globo.com  
equipe giro feijó

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