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Polícia Civil prende ex-diretor da Emurb e empresários em nova fase da Operação Midas

Policiais civis e membros do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), deflagraram nas primeiras horas desta sexta-feira (1) a segunda fase da Operação Midas, que investiga irregularidades praticadas na Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco (Emurb).
Entre os presos estão o ex-diretor-presidente da Emurb, Jackson Marinheiro, que recentemente foi denunciado por peculato (apropriação de recursos públicos) e crime ambiental. Durante esta fase foram cumpridos outros 20 mandados, entre eles, de prisão preventiva, temporária e busca apreensão expedidos pela 4ª Vara Criminal de Rio Branco.
Marinheiro é apontado em investigações do Ministério Público do Acre de ser o operador de um suposto esquema de realização de despesas pela Emurb. As investigações apontam para a existência de um esquema criminoso de desvio recursos por meio de três frentes de atuação na área de Compras: 1) Insumos – execução fraudulenta dos contratos de fornecimento de bens (insumos em geral); 2) Combustível – execução fraudulenta dos contratos de fornecimento de combustível e Medições 3) Locações – execução fraudulenta dos contratos de prestação de serviço de locação de veículos e máquinas.
Um amigo da família de Jackson revelou ao ac24horas que ele foi categorico: “Não comi a pizza sozinho”. Os advogados de Jackson Marinheiro foram acionados assim que ele foi levado pela policia. Eles tentam ter acesso a detalhes a operação para ingressar com uma Habeas Corpus ainda neste final de semana.
Nos últimos meses, Jackson tem apelado para ter o apoio de ilustres políticos do PT e partidos da mesma frente que governa o Acre, para se livrar das acusações. segundo dados não oficiais, um parlamentar da esfera federal seria o padrinho de marinheiro. Mas até o momento a polícia não confirma. Temendo o pior, ser preso e ficar na cadeia, o ex-presidente da Emurb tem buscado sem sucesso uma ação que possa amenizar a busca do Ministério Público pelas provas que estão lhe deixando sozinho como autor de todos os supostos crimes.
De acordo com o apurado por ac24horas, as autoridades cumprem 20 mandados, entre eles, de prisão preventiva, temporária e busca apreensão expedidos pela 4ª Vara Criminal de Rio Branco.
Jackson é apontado em investigações do Ministério Público do Acre de ser o operador de um suposto esquema de realização de despesas pela EMURB. O conjunto indiciário na época apontava para a existência de um esquema criminoso de desvio recursos por meio de três frentes de atuação na área de Compras – execução fraudulenta dos contratos de fornecimento de bens (insumos em geral); Combustível – execução fraudulenta dos contratos de fornecimento de combustível e Medições – execução fraudulenta dos contratos de prestação de serviço de locação de veículos e máquinas.
fonte  
www.ac24horas.com
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equipe giro feijó

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