Polícia investiga bando que usa cartões de pessoas mortas em fraudes bancárias, no Pará - Giro Feijó

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Polícia investiga bando que usa cartões de pessoas mortas em fraudes bancárias, no Pará

Polícia investiga bando que usa cartões de pessoas mortas em fraudes bancárias, no Pará

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Polícia Civil investiga uma associação criminosa responsável em aplicar golpes com uso de documentos falsos e de cartões de banco em nome de pessoas mortas. As investigações são presididas pela Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE). Um suspeito foi detido em flagrante, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (18).
O homem de 32 anos foi detido pelos crimes de falsidade ideológica, falsificação de documento público e estelionato. Ele foi preso pelos policiais civis em frente a uma agência bancária, na Avenida Senador Lemos, bairro do Umarizal, em Belém, logo após fazer saques de valores diversos, em terminais de autoatendimento, de quantias obtidas a título de empréstimo.
Ao ser abordado, ele portava quatro cartões de contas bancárias diferentes em nome de pessoas que já haviam morrido. Os cartões foram utilizados em saques de contas correntes no banco. Com ele, foram apreendidos ainda telefones celulares e pendrives.
No mesmo dia, representantes do banco estiveram na DIOE e confirmaram ao delegado que os clientes que tiveram os nomes usados no crime eram falecidos. O delegado manteve contato por telefone com familiares dos falecidos. Pessoas da família de um deles estiveram na DIOE e apresentaram o atestado de óbito.
O preso foi ouvido em depoimento e admitiu que cometeu o crime. Contou que mora em Goiás e que, há dois meses, veio ao Pará, para aplicar os golpes. O preso já tem histórico de envolvimento em fraudes de empréstimos consignados em contracheque com uso de documentos falsos de falecidos. Em depoimento, ele preferiu não revelar o nome de quem lhe forneceu os documentos e cartões, temendo pela própria vida.
As investigações também irão apurar como o grupo de estelionatários conseguiu ter acesso aos nomes e às contas correntes de clientes falecidos. O banco se colocou à disposição para auxiliar as investigações.
fonte  g1.globo.com

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