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Relatório apresentado pela Fieac aponta que rodovia pode fechar por má condição de trafegabilidade

A pós uma visita técnica que uma caravana, de representantes da Federação das Indústrias, Comércio e Agricultura do Acre (Fieac) e da Associação Comercial dentre outros órgãos fez na BR-364, um relatório que mostra as condições da rodovia foi apresentado a autoridades.
O presidente da Fieac, José Adriano Ribeiro, disse que foi levantado é muito preocupante e que as autoridades, tanto do governo do estado quanto o federal precisam tomar uma atitude o quanto antes.
Presidente da Fieac disse que em novembro equipe pretende fazer outra visita na via (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)
"A visita foi positiva em relação a podermos fazer um alerta à sociedade, mas é muito negativa do ponto de vista das integrações que precisam ser feitas. Essa BR vai fechar sim, se não houver uma intervenção imediata, baseado exatamente no relatório que a gente está apresentando”, afirmou.
Ribeiro disse que os pontos críticos levantados pela caravana precisam passar por obras urgentemente.
“Esses pontos precisam ser atacados imediatamente. Em todos os municípios que a gente passou ao longo da BR fizemos reuniões com os setores comercial e empresarial e a angústia deles é a mesma. Os representantes estão muito preocupados, o número de equipamentos e equipes que estão fazendo um enfrentamento desses problemas da BR é pequeno”, complementou.
O presidente da Fieac disse ainda que os representantes dos governos têm até o início do inverno para tentar resolver a situação da rodovia.
“A gente tem conhecimento de que o Dnit já tomou algumas providências, inclusive, notificações para essas empresas que estão atuando na BR. Isso também já era preocupante. Nós também temos conhecimento de uma reunião do governo federal de aumentar a equipe do Dnit local para a gente já e um ponto positivo, mas isso não é suficiente, esperamos de forma efetiva que essa BR não venha a ser interditada”, falou.
Ribeiro disse que fez questão de ir dirigindo durante todo o trajeto para ter a mesma sensação que os motoristas têm quando precisam passar pela rodovia.
“Essa BR é um organismo vivo. A cada dia pode aumentar essa erosão e quem e que vai dizer que essa BR não vai ser interditada? O que a gente pede é que o governo do estado, governo federal, parlamentares federais e estaduais se unam pela BR. Não dá mais para fechar os olhos para essa situaçao que temos lá”, finalizou.
fonte   g1.globo.com
equipe giro feijó

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